Estive em Fortaleza neste final de semana para participar do Café com Tapioca de novembro realizado pelo CEJUG e desta vez com a Faculdade Lourenço Filho.

Conheci pessoalmente o Tarso Bessa, super gente fina, participou da apresentação e do jantar, demos boas risadas. O Silveira Neto que ficou com muito medo de descer no Insano mas acabou cedendo a pressão e foi ‘ladeira a baixo’, certamente esse dia no BeachPark ainda vai render risadas por muito tempo. O Alan Fagot, um francês super legal que vive em Fortaleza. E finalmente, um grande amigo de vários anos: Rafael Carneiro, que foi o responsável pela minha ida ao Ceará e me recebeu super bem em sua casa, muito obrigado!

Fiz uma apresentação sobre Testes de Software, um assunto que tenho abordado com muita freqüência e ênfase nas minhas últimas apresentações. Mais uma vez a apresentação não foi exatamente igual às últimas já realizadas, mudei um pouquinho aqui, a ordem de alguns assuntos ali e tirei um pouco de conteúdo técnico (falar de ferramentas às vezes é chato) para deixar espaço para mais debates e perguntas teóricas, o que foi excelente, já que o pessoal participou ativamente com muitas perguntas. Gostei muito disso!

A ativa participação do público com certeza foi o ponto alto da palestra pra mim, fiquei surpreso com tantas perguntas e com a qualidade das mesmas. O auditório estava cheio e quase ultrapassamos o tempo do coffee-break com as perguntas, mais impressionante ainda, hanm!?

No geral gostei muito do evento, a FLF cuidou muito bem da organização e da infra-estrutura, todos do CEJUG foram fantásticos e apenas confirmaram tudo que estamos acostumados a acompanhar nas listas e blogs por aí: todos se empenhando, organizados e com disposição e humildade pra dar e vender, essa receita só pode levar a um lugar, o sucesso!

Também houveram os momentos de diversão e conhecimento da cultura e costumes cearenses. Conheci o BeachPark e desci duas vezes no Insano (yeah!), o toboágua mais alto do mundo: 41m de altura e 105km/h na descida. Também conheci o centro das tapioqueiras e pude experimentar algumas variações de recheio dessa maravilhosa comida típica e o refrigerante de caju, coisa nova pra mim e que gostei muito.

O Silveira teve a boa vontade e paciência de me levar pra passear um pouco no sábado de manhã. Conhecemos o Dragão do Mar e Mercado Central, locais super ricos em cultura cearense. Aproveitei para comprar um dicionário do Ceará e alguns exemplares de literatura de cordel.